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Sem o que fazer? Seja Invencível

Sem o que fazer? Seja Invencível

O que é certo, e o que é errado?

Invencível, de Robert Kirkman, mesmo autor de Walking Dead, nos leva a pensar isso, em quase todos os 144 capítulos dessa Incrível serialização.

Ela conta a história de Mark Greyson, que vive num mundo de super-heróis, com direito a capa e tudo mais. Ele é filho do Herói mais poderoso do mundo, o Omniman. E até os 17 anos não tinha poder nenhum, e nenhum carisma com as garotas.

Quando ele descobre seus poderes, começa a sua maldição. Um rapaz que descobre que o mundo é de papel, que as suas ações tem consequências e que o seu pai faz parte de um império intergaláctico do mal que quer dominar os mundos, mas está à beira da extinção. E se não bastasse isso, as viagens espaciais, as amizades alienígenas e as reviravoltas que a história toma, ela toda é baseada em uma questão: O que é o bem? O que é o indivíduo? Quem deve se sobressair, o coletivo ou o individual?

Essas questões são levantadas de uma forma difícil de se lidar. Não apenas humanos com suas questões emocionais e costumes societários, mas alienígenas, com culturas diferentes, modos diferentes de se pensar.

Durante essa reviravolta, ele conhece o amor, a guerra, se perde nas dimensões, e descobre que não é um herói, que nem tudo o que é certo pra ele, é certo para o resto. A sua régua moral nos leva a questionar a nossa.

Kirkman nos leva aos confins do espaço, não pra responder uma questão, mas sim pra nos fazer pensar na nossa própria visão. É uma leitura longa, mas que vale a pena em cada quadro. O drama do herói que quer proteger a sua família, o seu mundo, o seu império, o universo.

O que você vai ter daqui 500 anos?

Essa série está sendo animada na Amazon Prime também! Aproveite e leia ou assista “Invencível”. Não existe arrependimentos!

Comunidade Pitch Literário
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